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A Aromaterapia tem bons resultados em diversas situações como o stress, doenças psicossomáticas, equilíbrio e harmonização de pessoas e ambientes, amenizando a ansiedade através do aroma, que envia mensagens prazerosas ao cérebro. Portanto, atua física, psíquica e energeticamente (fluxo de energia sutil), podendo ser aplicada de formas diferentes: massagem com óleos essenciais, inalação, banhos, aromatização ambiental, etc. O desenvolvimento da região límbica no cérebro está relacionado às atividades vitais - o sono, sexo, fome, sede, memória e o olfato. A sensação do olfato está associada numa região do cérebro, desenvolvida por seres humanos primitivos, o olfato era essencial à sobrevivência, o cheiro era o veículo para ir em direção ao alimento, também anunciava a proximidade de predadores ou de clãs rivais e era o que levava a escolher o (a) companheira (o). Atualmente, o ser humano associa odores, não só para sobreviver, sendo também um referencial a pessoas, lugares, momentos e várias outras lembranças. Vários fatores estimulam os sentidos acarretando respostas, que são informadas ao cérebro por meio de receptores nervosos, os aromas têm vibrações e sua percepção é estabelecida por escala vibracional. A prática da Aromaterapia necessita que se tome cuidados com relação ao uso, há contra-indicações relativas aos óleos essenciais, bem como a forma mais correta de aplicar. É preciso observar a qualidade e procedência dos óleos - fator importante que determina a eficiência da utilização.
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